JESUS CRESCE EM IDADE E EM SABEDORIA E EM GRAÇA


Et Iesus proficiebat sapientia et aetate et gratia apud Deum et homines — “E Jesus crescia em sabedoria, e em idade e em graça diante de Deus e dos homens” (Luc. 2, 52).

Sumário. Posto que Jesus, desde o primeiro instante de sua vida, estivesse enriquecido de todos os carismas celestiais; contudo, crescendo em idade, crescia também em sabedoria, isso é, manifestava-a mais e mais. No mesmo sentido se diz que crescia em graça diante de Deus e dos homens. Nós também, com o progredir dos anos, devíamos ter crescido no amor, mas talvez tenha aumentado a nossa tibieza e culpabilidade. Imploremos o perdão do Senhor com o propósito de sermos para o futuro mais fervorosos.

Bula "Ineffabilis Deus" - Dogma da Imaculada Conceição - Pio IX


Posição e privilégios de Maria nos desígnios de Deus


1. Deus inefável, "cuja conduta toda é bondade e fidelidade", cuja vontade é onipotente, e cuja sabedoria "se estende com poder de um extremo ao outro (do mundo), e tudo governa com bondade", tendo previsto desde toda a eternidade a triste ruína de todo o gênero humano que derivaria do pecado de Adão, com desígnio oculto aos séculos, decretou realizar a obra primitiva da sua bondade com um mistério ainda mais profundo, mediante a Encarnação do Verbo. Porque, induzido ao pecado — contra o propósito da divina misericórdia — pela astúcia e pela malícia do demônio, o homem não devia mais perecer; antes, a queda da natureza do primeiro Adão devia ser reparada com melhor fortuna no segundo.

2. Assim Deus, desde o princípio e antes dos séculos, escolheu e pré-ordenou para seu Filho uma Mãe, na qual Ele se encarnaria, e da qual, depois, na feliz plenitude dos tempos, nasceria; e, de preferência a qualquer outra criatura, fê-la alvo de tanto amor, a ponto de se comprazer nela com singularíssima benevolência. Por isto cumulou-a admiravelmente, mais do que todos os Anjos e a todos os Santos, da abundância de todos os dons celestes, tirados do tesouro da sua Divindade. Assim, sempre absolutamente livre de toda mancha de pecado, toda bela e perfeita, ela possui uma tal plenitude de inocência e de santidade, que, depois da de Deus, não se pode conceber outra maior, e cuja profundeza, afora de Deus, nenhuma mente pode chegar a compreender.

A Liberdade Religiosa do Vaticano II - Mons. Marcel Lefebvre



De acordo com o Vaticano II a pessoa humana teria direito em nome de sua dignidade, a não ser impedida no culto religioso, qualquer que ele fosse, em particular ou em público, salvo se prejudicasse a tranquilidade ou a moralidade pública (Dignitatis Humanae n°2). Reconheçam que a moralidade pública do Estado "pluralista" promovida pelo Concílio não é do tipo a causar dano a esta liberdade, como também a corrupção avançada da sociedade liberal não limitaria o direito à liberdade do "concubinato' se fosse proclamada indistintamente, em nome da dignidade humana, para casais em união livre ou casados.


Assim, pois, muçulmanos, rezai tranquilamente no meio de nossas ruas cristãs, construí vossas mesquitas e minerates junto ao campanários de nossas igrejas, a Igreja do Vaticano II vos assegura que não o podemos impedir; o mesmo para vocês budistas e hindus...

A Morte de Martinho Lutero e João Calvino

Máscara mortuária de Martinho Lutero
A morte dos heresiarcas (Lutero e Calvino) foi relatada — com base em fontes seguras da História — no livro do Pe. Júlio Maria Lombaerde, chamado “O Diabo, Lutero e o Protestantismo”. (Baixar em pdf AQUI; comprar AQUI). Faz-me lembrar da sentença de Santo Agostinho: "como foi a vida, assim será a morte".

Analisemos, primeiramente, a morte de Martinho Lutero:

“A primeira opinião, a mais seguida entre católicos e protestantes, é a seguinte: Tendo Lutero resolvido voltar para Wittemberg, embora estivesse já alquebrado, doente e cansado, convidou os amigos para um banquete.

Pela tarde do dia 17 o chefe manifestara ligeira melhora, recobrando passageiramente o seu velho bom humor e espírito zombeteiro. Comeram, beberam, cantaram; e, para agradar aos convidados, Lutero não deixou de beber bastante do bom vinho de Eisleben. Parecendo, entre os vapores do álcool, esquecer-se do seu estado doentio.

A liberdade religiosa condenada pelos Papas (Parte II) - Monsenhor Marcel Lefebvre



O que é condenado

O que é comum em todas estas condenações pontificiais é a liberdade religiosa, chamada de "liberdade de consciência" ou "liberdade de consciência e de cultos", a saber: o direito reconhecido a todo homem de exercer publicamente o culto da religião que haja escolhido, sem ser incomodado pelo poder civil.